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Em fevereiro de 1916, um decreto do governo português autorizava a requisição dos navios mercantes alemães fundeados no Tejo, o que levou o kaizer Guilherme II a instruir Von Rosen a apresentar a nota de Declaração de Guerra ao Governo Português, em 9 de março de 1916, formalizando um conflito que Portugueses e Alemães vinham travando no sul de Angola e norte de Moçambique desde 1914. Iniciava-se assim, a participação formal de Portugal na Primeira Guerra Mundial.

«Senhor Ministro. Estou encarregado pelo meu alto Governo de fazer a V. Ex.a a declaração seguinte:
O Governo português apoiou, desde o começo da guerra, os inimigos do império Alemão por actos contrários à neu­tralidade. Em quatro casos foi permitida a passagem de tropas inglesas por Moçambique. Foi proibido abastecer de carvão os navios alemães. Aos navios de guerra ingleses foi permitida uma larga permanência em portos portugueses, contrária à neutralidade, bem como ainda foi consentido que a Inglaterra utilizasse a Madeira como base naval. Canhões e material de guerra de diferentes espécies foram vendidos às Potências da Entente, e, além disso, á Inglaterra um destruidor de torpedeiros. O arquivo do vice-consulado imperial em Moçâmedes foi apreendido.
Além disso, foram enviadas expedições à África, e foi dito então abertamente que estas eram dirigidas contra a Alemanha.

Tradução do texto alemão entregue por Friedrich Von Rosen a Augusto Soares, Ministro Português dos Negócios Estrangeiros

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