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 Ilustração alusiva à Proclamação da República Portuguesa a 5 de Outubro de 1910

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Conta-me História: um historiador e um amigo viajam em cada episódio por um tema da riquíssima História de Portugal. Apresentação: Luís Filipe Borges e Prof. Fernando Casqueira. RTP1 2013

Vê o episódio dedicado à implantação da República em 1910.



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No dia 28 de maio de 1926 ocorreu um golpe militar em Portugal comandado pelo general Gomes da Costa, com Mendes Cabeçadas e Óscar Carmona. A I República chegou ao fim.

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Há 50 anos, Humberto Delgado foi assassinado por uma brigada da PIDE. "Meu Pai, o General Sem Medo", livro de memórias de uma das filhas, é lançado esta sexta-feira e inclui várias cartas inéditas.

Via Expresso

 

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Documentário disponível no portal Ensina RTP.

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No dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro (futuro D. Pedro IV) proclamou a separação do Brasil face a Portugal, no histórico episódio chamado Grito do Ipiranga - "Independência ou Morte!", sendo aclamado imperador em outubro e solenemente coroado em dezembro do mesmo ano.

Ficheiro:Independencia brasil 001.jpg

Independência do Brasil - François-René Moreau
D. Pedro I do Brasil, IV de Portugal  c. 1830, de Simplício Rodrigues de Sá.

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Invasão da Polónia em 1 de setembro de 1939 pelas tropas alemãs.

Plik:Germans at Polish Border (1939-09-01).jpg

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Em fevereiro de 1916, um decreto do governo português autorizava a requisição dos navios mercantes alemães fundeados no Tejo, o que levou o kaizer Guilherme II a instruir Von Rosen a apresentar a nota de Declaração de Guerra ao Governo Português, em 9 de março de 1916, formalizando um conflito que Portugueses e Alemães vinham travando no sul de Angola e norte de Moçambique desde 1914. Iniciava-se assim, a participação formal de Portugal na Primeira Guerra Mundial.

«Senhor Ministro. Estou encarregado pelo meu alto Governo de fazer a V. Ex.a a declaração seguinte:
O Governo português apoiou, desde o começo da guerra, os inimigos do império Alemão por actos contrários à neu­tralidade. Em quatro casos foi permitida a passagem de tropas inglesas por Moçambique. Foi proibido abastecer de carvão os navios alemães. Aos navios de guerra ingleses foi permitida uma larga permanência em portos portugueses, contrária à neutralidade, bem como ainda foi consentido que a Inglaterra utilizasse a Madeira como base naval. Canhões e material de guerra de diferentes espécies foram vendidos às Potências da Entente, e, além disso, á Inglaterra um destruidor de torpedeiros. O arquivo do vice-consulado imperial em Moçâmedes foi apreendido.
Além disso, foram enviadas expedições à África, e foi dito então abertamente que estas eram dirigidas contra a Alemanha.

Tradução do texto alemão entregue por Friedrich Von Rosen a Augusto Soares, Ministro Português dos Negócios Estrangeiros

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