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Para assinalar o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), propomos-te o visionamento dos filmes Adeus Meninos (Au Revoir les Enfants), de Louis Malle, 1987, e O Diário de Anne Frank, de Jon Jones, ou, ainda, O rapaz do pijama às riscas, de MarK Herman e A vida é bela, de Roberto Begnini. Podes vê-los (por enquanto) no Youtube.
 

Deixamos-te, para já, o resumo do primeiro filme:

Adeus meninos faz um retrato de uma França ocupada pelos nazis, dividida entre os que resistiam à ocupação e os que a aceitavam passivamente, até colaborando com os invasores, delatando e denunciando vizinhos, amigos e patriotas. No meio do preconceito gerado pela insanidade nazi, esteve a perseguição e o extermínio do povo judeu. O filme de Louis Malle traz uma história delineada em factos reais, vividos pelo director aos 12 anos, quando ele estudava num colégio carmelita perto de Fontainebleau.

 

Traz a Segunda Guerra Mundial como pano de fundo, mas o cenário é um colégio católico, internato de crianças ricas francesas. A amizade de Julien Quentin (Gaspard Manesse) e Jean Bonnet (Raphael Fejto), o primeiro, um menino cristão de família rica, o segundo um menino judeu refugiado no colégio para fugir à perseguição nazi, comove pela sua ingenuidade juvenil, sincera diante de tempos de preconceito e obscuridade. O perigo é iminente, mas a amizade de ambos suaviza o fantasma devastador da guerra. Mesmo diante da tragédia que se instalará a qualquer momento, há tempo para a descoberta da amizade, da adolescência que assim como os nazis, está à porta, da intelectualidade da vida, das diferenças culturais e, principalmente, do grande amor fraterno que une as pessoas em momentos de penúria e perigo. Mesmo diante de uma temática com um fim pungente, Louis Malle constrói uma história forte e lírica, com uma sensibilidade ímpar e delicada, sem em momento algum se prostrar diante do melodrama, sem recorrer ao sentimentalismo óbvio, fazendo do filme um dos melhores da década de 1980, e um dos melhores do cinema francês de todos os tempos.

 

aqui a análise completa do filme.

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